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11-08-2017 
Ordem dos Enfermeiros defende ensino de enfermagem nas universidades 
 

A Ordem dos Enfermeiros (OE) defende a integração do ensino da Enfermagem nas universidades, a par do ensino politécnico, de modo a permitir um maior desenvolvimento da Enfermagem.

“Acreditamos que é de extrema importância a correcção desta desigualdade criada com o regime de exclusividade aos politécnicos (pelo menos no 1º ciclo), abrindo a possibilidade de coexistência de ensino nos dois subsistemas”, refere a Presidente do Conselho de Enfermagem Ana Fonseca. “A existência integrada de formação ao nível dos 3 ciclos (licenciatura, mestrado e doutoramento) irá permitir um ensino mais direccionado para o conhecimento, mais centralizado nos conteúdos que se vão produzindo e capaz de alimentar as práticas clínicas”, assume a Enfermeira Ana Fonseca.

Segundo o Decreto-lei nº 480/88, de 23 de Dezembro de 1988, a exclusividade do ensino de Enfermagem ao nível das licenciaturas e mestrados cabe aos estabelecimentos politécnicos, deixando de fora os doutoramentos, um grau académico que só pode ser outorgado, segundo o Decreto-lei nº353/99, de 3 de Setembro, pelas universidades.

A OE acredita que a restrição do 1º ciclo ignora o desenvolvimento da Enfermagem ao nível do ensino e da investigação, defendendo assim a correcção desta exclusividade.

A OE defende que esta mudança é determinante para o desenvolvimento da Enfermagem como disciplina e profissão, bem como para o seu reconhecimento como tal.

Leia aqui a tomada de posição do Conselho de Enfermagem da Ordem dos Enfermeiros.

 
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