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13-12-2017 
Ordem denuncia proibição para contratar mais enfermeiros e apela à recusa imediata de horas extraordinárias 
 

A Ordem dos Enfermeiros teve conhecimento da recusa, por parte das Finanças, em contratar mais enfermeiros, pelo menos até ao final do ano, em pleno período de contingência da gripe, num Inverno em que se prevê um vírus “dominante”, segundo a Direcção-Geral da Saúde.

“É uma informação que chegou à Ordem através dos conselhos de administração de vários hospitais, que lidam com uma grande dificuldade, neste momento, porque já se verifica um grande aumento de pessoas a recorrer às Urgências”, explica a Bastonária da Ordem dos Enfermeiros, Ana Rita Cavaco, sublinhando que é inédito activar um plano de contingência e abrir mais camas e, ao mesmo tempo, impedir a contratação de profissionais.

Enquanto o Governo impede a contratação de enfermeiros, o falso trabalho extraordinário aumenta, os hospitais devem milhares de horas aos enfermeiros - mas não têm dinheiro para lhes pagar nem dias de folga para dar -, e um em cada cinco enfermeiros está em exaustão emocional (estudo da Universidade do Minho).

Precisamente há um ano, foi entregue à tutela uma proposta para a contratação de três mil enfermeiros por ano nos próximos 10 anos. Não só não houve resposta, como se bloqueia a contratação de profissionais, aumentando o número de doentes por enfermeiro, numa altura crítica, pondo em causa a segurança e a qualidade dos cuidados de saúde prestados – por cada doente a mais a cargo de um enfermeiro, a mortalidade aumenta 7% a cada 30 dias de trabalho (estudo Consórcio Internacional representado em Portugal pela Universidade Católica).

Os números de contratação que o ministro apresenta são falsos, porque contam com as substituições dos enfermeiros que entram de baixa. Faltam 30 mil enfermeiros no País para chegar à média da OCDE, de 9,1 enfermeiros por mil habitantes - Portugal tem 6,1 enfermeiros por mil habitantes.

Perante este cenário, a Ordem apela a todos os enfermeiros que, de imediato, se recusem a fazer mais horas extraordinárias.

 
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